Quem é Oxum na Umbanda?

Oxum é o orixá feminino das águas doces, da fertilidade, da prosperidade e da beleza, e é dona do ouro e do leite. Segundo o verbete do portal Ancestralidades, seu culto vem da cidade nigeriana de Oshogbo, que dá nome ao rio que a banha.

De Oshogbo à Bahia

Segundo algumas hipóteses citadas pelo verbete, o culto chegou à Bahia a partir de 1826, quando africanos da bacia desse rio começaram a desembarcar em massa no Brasil, principalmente dos grupos ijexá, ifé e efã.

Oxum e o jogo de búzios

Na tradição de Ifá, Oxum é a orixá feminina mais próxima de Orunmilá, e por isso suas sacerdotisas se relacionam com o jogo de búzios, uma forma simplificada da consulta ao grande oráculo. Elas usam braceletes de latão como insígnia e dançam segurando um leque ou uma espada desse metal.

Qualidades e histórias

No candomblé jeje-nagô, Oxum tem várias qualidades, como Oxum Pandá, Abayé, Abotô, Apará (a mais jovem) e Abalô (a mais velha). Por sua beleza, foi desejada por vários orixás masculinos, e essas uniões mudam, às vezes, a genealogia de alguns deles.

Para continuar

Veja a página de Orunmilá, ligado à consulta por búzios, e a de Iemanjá, outra orixá das águas. Para guias de Oxum, veja as guias de cristal e as guias de miçanga, ou peça uma composição sob medida.

Fontes

  • Ancestralidades, verbete “Oxum”: ancestralidades.org.br/termos-e-conceitos

Este texto é informativo. A forma de culto, a cor e o uso das guias variam de casa para casa: siga a orientação da sua casa.